Participar de uma feira de negócios fora do seu país é uma experiencia e tanto. Além de fazer contatos e distribuir trocentos business cards, é particularmente interessante poder ver as soluções e os materiais usados na confecção de stands e da cenografia dos pavilhões.
Adorei uma espécie de palet de plástico que usaram aqui para fazer de passadeiras no pavilhão e como pisos de stand. Já vem com um espaço suficiente para que o cabeamento seja feito sem que os fios estejam aparentes. E são pequenos e se interligam como lego, ou seja, é rápido de montar/desmontar e fácil de transportar.
Como se tratava de uma convenção global havia, obviamente, gente de todos os cantos do mundo. E automaticamente cada um se torna embaixador do seu país. Como falei antes, a credencial brasileira é um ativo forte, perdi a conta de quantos sorrisos eu abri ao falar que morava no Rio de Janeiro. Os olhos estão muito voltados para o Brasil por causa da Copa 2014 e das Olimpíadas em 2016. É hora de reciclar o inglês, porque vai brotar gringolandia em todos os cantos e vai entrar muito dinheiro no país. E como já dizia o velho guerreiro, quem não se comunica se trumbica.
Nos próximos quatro anos, o Rio vai sediar a Soccerex. Não descobri quem está fazendo isso por aqui, mas ja já eu descubro. É bem capaz que reencontre uns rostos aqui no fim do ano que vem no forte de Copabana, sede da próxima convenção global. Vamos que vamos, bola pra frente.
Escrito por Claudio Lemos