Como disse nos posts anteriores, El Calafate se resume basicamente a uma rua principal, portanto não há assim grandes coisas para se fazer na cidade. O comércio não é muito interessante, embora haja algumas lojas especializadas no trekking pra quem foi pra lá com este intuito. Sobra então escolher um bom lugar para comer. Nas três noites em que estivemos por ali testamos os restaurantes locais.

 
 
 
Na primeira noite fomos ao Ricks comer um churrasco argentino e apesar da carne ser o boa, o restaurante não tem grandes atrativos e você sai de lá defumado como manda o figurino da churrascaria. No dia seguinte fomos conferir o Mi Rancho, que fica numa ruazinha paralela e tem um clima mais intimista, bom para casais. A comida era deliciosa, porém tinha o inconveniente de não aceitar cartão, aliás este é um péssimo hábito de alguns restaurantes argentinos. 
 
Risoto de quinoa com ojo de bife :p
 
 
E no último dia fomos ao La Tablita que é um dos mais famosos da cidade. Eu teria desistido de comer lá se não fosse a insistência da Claudia. Havíamos feito reserva para jantar, mas ao chegarmos lá havia um mar de gente na mini-recepção tentando falar com o hostess que desaparecia a cada 2 minutos e a fila da reserva era completamente zoada. Chegamos uns cinco minutos antes da hora da nossa reserva, mas só fomos sentar quase vinte minutos depois e isso porque a Claudia deu uma dura no hostess, por mim já teria ido embora. A bem da verdade, uma vez na mesa, o atendimento foi bom e a comida estava excelente, mas vá por sua conta e risco.
 
 
Cordeiro fueguino…
 
…e um bom vinho para acompanhar
Escrito por Claudio Lemos