Depois de tomarmos café, fui checar a internet e passei no carrefour rapidamente para comprar água. Procurei pelas dicas do Alberto: Dulce de Leche La Sereníssima e o alfajor que não me lembro o nome, mas não havia nenhum dos dois lá. Voltei para o hotel para buscar a Claudia que ainda tava dormindo. Saímos por volta do 12h30 e paramos no obelisco para tirar fotos. Decidimos ir comer de uma vez pois não dava para encarar um museu antes do almoço mesmo. De metrô fomos até Palermo e quando descemos lá pegamos um taxi para ir ao restaurante La Cabrera. Ali haviam vários restaurantes bonitinhos e acabamos parando num japones chamado Itamae, a poucos metros do La Cabrera. Não foi incrível, mas deu pro gasto.

 Malba e a instalação que mede o volume da rua

É não deu né?
Desbravando o Jardim Japonês

De lá mais um táxi, desta vez para o Malba que tem uma arquitetura bem bonita e modernosa. Com um grande pátio interno aberto e havia uma instalação na parte de fora que media o volume da rua bacana. Vimos umas videoexposições na parte de baixo e pegamos o elevador panoramico para o último andar. Logo que saímos do elevador um segurança nos abordou e disse que não poderiamos estar ali sem ingresso e de mochila. Nos encaminhou até a entrada de novo e nos apontou a bilheteria e o guarda-volumes. Custava 15pesos/pessoa para ver as exposições e como não havia nada imperdível preferimos não entrar. Compramos um livro de buenos na lojinha do museu e saímos em direção ao Jardim Japones que ficava a poucas quadras dali. O Jardim é lindo, super conservado cheio de plantas e espécies japonesas. A Claudia ligou o modo turista-japones e tirou milhões de fotos. Ficamos uma hora e pouco por ali admirando o lugar. Resolvemos andar do Jardim até o metro aproveitando para ver um pouco mais das ruas de Palermo. O bairro é bem agradável e arborizado, composto basicamente por edifícios não muito altos. Antes de entrarmos no metro paramos numa empanaderia (La Reja) aonde comemos a melhor empanada da viagem até agora.

O tradionalíssimo Café Tortoni

Entramos no metro e fomos para o centro para tomar um café da tarde no Tortoni, que é belíssimo. Um pé direito alto, colunas gregas e uma atmosfera de salão de chá de antigamente – lembra a vibe do Café Colombo do Rio. No caminho de volta para o hotel, passamos numa lojinha de artigos de casa moderninhos e adquirimos mais uns itens para nossa casa. Descansamos da andança no hotel e por volta de meia-noite e meia saímos para ir ver a noite em San Telmo. Apesar do frio, a maioria dos bares por lá fazem um puxadinho para a calçada, devidamente aquecido com climatizadores, então é bem agradável ficar por ali. Depois de analisar os bares todos, decidimos nos sentar no Aqui me quedo, um bar tex-mex aonde finalmente provamos a michelada original com cerveja, suco de tomate, tabasco e molho ingles. É bem picante e totalmente diferente da michelada que conhecia do Rio. Comemos uns nachos de cheddar e quesadillas de carne, tudo muito light né? Hehhehe. Já tava tarde e voltamos para o hotel cerca das 3h para descansar e encarar um novo dia.

Michelada de verdade: vai encarar?
Escrito por Claudio Lemos