O próximo passo foi o templo de Bayon. Para não comprometer o resto do dia, combinamos com o Mao uma hora de visitação, e assim como no templo anterior, ele nos deixou em um portão e combinou de nos buscar no portão oposto. O Bayon tem diversas “cabeçonas” esculpidas nas torres do templo. É incrível. Dos três que visitamos no dia, Bayon foi o templo que mais me impressionou. Click, click, click.



Acabou que visitamos o templo em cerca de 40min e o relógio já passava das 13h, logo o calor era tenso! Aproveitamos para fazer a pausa do almoço que seria num restaurante em frente ao gran-finale do dia: Angkor Wat.


Escrito por Claudio Lemos