Machu Picchu Pueblo, também conhecida como Aguas Calientes


Depois de enrolarmos um tempinho ali no centrinho de Ollantaytambo, paramos num café com wifi inconstante e fizemos hora para pegar o trem que sairia a noite em direção a Aguas Calientes. O trem é bem direitinho e tem até serviço de bordo, mas como era noite não dava para ver muita coisa pela janela.




Chegamos a Águas Calientes e devido a algum mal entendido, o guia que nos levaria a Machu Picchu no dia seguinte não estava lá nos esperando. Fomos em direção ao Hatun Samay aonde passaríamos a noite e quando chegamos lá descobrimos que o guia estava nos esperando no lobby para nos passar o briefing do dia seguinte. Encontraríamos com ele, já lá em cima na entrada de Machu Picchu às 9h30 da manhã de onde saíra o tour coletivo da cidadela. Briefing passado, era hora de fazer checkin no hotel. 

Sabe quando dá tudo errado? Pois é, essa foi a nossa impressão do Hatun Samay. Nos deram um quarto de casal no último andar e aí descobrimos que o wifi era pegadinha, pois o alcance da rede só chegava até o segundo andar. Não havia elevador no prédio (quatro lances de escada). A pia e a privada do nosso quarto entupiram. Tudo isso aconteceu num intervalo de 20min. Bizarro. Pedimos uma troca de quarto e só havia um disponivel que não era de casal mas twin. Como só iríamos ficar poucas horas no hotel, resolvemos aceitar. Já passava das dez da noite e ainda teríamos que arrumar algo para jantar…era muito pra lidar aquela altura do dia.


Totos House restaurante pega-turista pertinho da estação de trem que pelo menos tem um wi-fi gratuito



Águas Calientes é uma cidade-dormitório, super sem graça. Não tinha a menor expectativa de nada lá mesmo, pois quando estive lá anteriormente nada me chamou atenção, mas ainda assim ela continua a surpreender negativamente. Porém a estratégia fazer o pernoite lá para acordar bem cedinho e subir para Machu Picchu continua sendo a melhor opção para quem quer visitar a cidadela com pouca gente e fazer aquelas fotos de causar inveja.




A entrada da estação até que é bonitinha…

mas lá dentro é aquele mafuá!

Os trens são confortáveis e contam com serviço de bordo
Escrito por Claudio Lemos